16 de setembro de 2017

Tempo de crescer

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Em todas as etapas de nossas vidas vivenciamos a expectativa da conquista. Desejamos e esperamos avidamente ostentar: o diploma, o relacionamento, os círculos de amizades, os passeios, os eventos, e tudo aquilo que pode ser considerado uma aquisição e nos tornar algo mais. Ao longo desse viver não compreendemos a necessidade de crescer. Pensamos sempre no crescimento métrico, aquele que nos deixa maiores ou menores em relação à algo.

Cada fase do desenvolvimento humano proporciona um tipo de crescimento. A fase uterina nos amadurece para sobreviver ao mundo após sair do envólucro materno. A infância é quando reconhecemos os mais próximos à nós e com quem podemos contar na nova caminhada. Na adolescência temos a fase de estabelecimento de nós mesmos, quando temos a oportunidade de tomar decisões. A vida adulta, é a fase mais complicada, pois é onde definitivamente devemos andar com as próprias pernas, e arcando com as consequências de cada decisão. Não à toa ela é a mais longa de nossa existência. Já a velhice é a fase de colheita. Quando observamos com mais cuidado, e tempo o resultado de nossas escolhas.

Quando pulamos fases, ou evitamos refletir antes das escolhas estamos decidindo como será a última fase dessa caminhada. O crescer faz parte dessa escolha consciente, pois antes de decidir avalio as consequências. E isso somente é possível se consigo perceber outras pessoas além de mim.

Crescer envolve a consciência de si, e sua significação ante o ambiente em que se vive. E não se deve avaliar o agora pelo minuto anterior. A situação atual envolvem decisões mais anteriores que minutos atrás.  Uma forma de avaliar a adolescência é como foi a infância, e então entender os desdobramentos da fase adulta, para que a velhice seja mais tranquila.

O crescimento depende de disposição em se conhecer, em se querer e se amar. Quando conseguirmos avançar nessas três fases, estaremos verdadeiramente Crescendo!

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